quarta-feira, 1 de junho de 2011

amor. platônico?

E mais uma vez eu escrevi uma coisa sobre você e deixei pra lá nos rascunhos.

Eu gosto tanto desse tão platônico amor que agora sou eu que estou com medo: de escrever, de colocar em símbolo, documentar. Não, não quero, amor platônico não merece isso!

Eu gosto assim. De ser o teu desejo.

4 comentários:

Robs... disse...

Uau!

Dita disse...

Amor platônico faz parte da vida,tão bom só desejar,só amar,sem ter que interagir,sem ter que lidar com todas as inconstâncias,com a disponibilidade do outro...

Mas sabe, às vezes só isso não basta,o desejo é tanto que é preciso sentir na pele,lamber,morder,mastigar e engolir, delícia!!!!


Beijo Maria,sinto falta dos seus comentários no meu diário.

Surfista disse...

Sempre achei que o amor platônico é aquele mais livre das falhas. A distância ou a impossibilidade evitam que as partes se iludam ou sofram mais que o esperado. A dor é suplantada pelo amor sem esperar nada em troca.

Maria disse...

Robs, aí eu assumi isso, né... bem, e ficou por isso mesmo!

Dita, é, mas às vezes é pra ser só platônico mesmo. E eu ando sumida até do meu próprio blog. Quaquer dia apareço!

Surfista, eu acho que o amor platônico tem seu lugar quando não é uma fuga pra um amor que não aconteceu.